[Resenha] Magali - 50 anos


 Título original: Magali – 50 anos
Autor: Maurício de Sousa
Editora: Panini Books

                De uma coisa ninguém tem a menor dúvida: Magali é a melhor amiga que toda menina gostaria de ter. Doce, companheira e sempre bem humorada, essa menininha de vestido amarelo encanta todo mundo por onde passa. A Mônica não poderá está mais bem acompanhada.

                Em “Magali: 50 anos” nós temos uma compilação de algumas das melhores historinhas já publicadas da maior comilona da turma. Aqui o leitor também encontrar um pouco da história de como surgiu a primeira revistinha individual, do concurso que foi feito para se escolher o nome do bichinho de estimação da garotinha e também a evolução do traço do Maurício de Sousa para desenhar a personagem.


                As historinhas do livro são bem engraçadas e nos remetem a infância, especialmente para época em que o carteiro deixava aquele pacotinho da felicidade, com 4 a 5 gibis por semana (quem tinha a assinatura da Turma da Mônica sabe do quê estou falando). E mesmo com seus 50 anos, a caçula do quarteto mais famoso da Rua do Limoeiro, ainda encanta adultos e crianças com seu apetite e enorme coração.


                A última história apresentada no livro, nos mostra uma Magali bem diferente, que está de dieta e não quer saber de comer besteiras. Também pudera, ela agora é adolescente e precisa cuidar mais do corpo para não perder a forma. Também é bom vê que mesmo com o passar dos anos, ela e a turma continuam amigos e companheiros.


                No final da publicação, tem uma pequena biografia do Maurício de Sousa e também fala um pouco sobre a história da Turma da Mônica. Aqui podemos encontrar informações que muitas pessoas não conhecem como o fato da Mônica ter sido escolhida Embaixadora da UNICEF em 2007 e em 2009 nomeada Embaixadora da Cultura, pelo Ministério da Cultura.

                Sem dúvidas a melhor história é a “Imperatrix Magali”, na qual a Mônica viaja e deixa em seu lugar de Dona da Rua, sua melhor amiga. Como era de se esperar, a confusão entre a turma foi boa e não é que o poder subiu à cabeça da doce garotinha?!  É como diz o ditado “você só conhece realmente as pessoas, quanto elas têm o poder nas mãos”. 


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