[Resenha] O resgate no mar - Parte 1


Título original: Outlander – Voyager
Autora: Diana Gabaldon
Editora: Arqueiro



      Muita gente não gosta e já outros leitores adoram, mas o fato é o terceiro livro da série Outlander é dividido em duas partes para dá melhor conforto ao leitor, que não precisará carregar as cerca de 1.200 páginas do livro completo. Na primeira parte do terceiro volume da série  conhecemos de fato tudo o que aconteceu a Jamie depois que a Claire foi embora. Aqui vemos como ele foi salvo, sua prisão e a luta para seguir seu caminho, sempre tendo em mente que Claire e seu filho estão salvos duzentos anos a frente. Ao mesmo tempo, ficamos sabendo sobre a dúvida de Claire no futuro, agora que ela descobriu que Jamie não foi morto em Culloden.
      Além do romance presente na história como um terceiro protagonista as descrições históricas características do texto da Diana Gabaldon, mais uma vez levam o leitor para o passado, para a época em que os fatos realmente estavam acontecendo. Nesse volume da série o ponto principal é saber se Claire e Jamie mudaram do fato os rumos da história da Escócia e conseguiram evitar uma grande guerra. Aos poucos, descobrimos que o amor que nosso ruivo favorito sente é que lhe deu forças para continuar.


      Neste livro temos um detalhe que faz bastante diferença para a narrativa: Jamie conta a sua versão da história. Agora podemos ter uma noção exata do quanto ele sofreu por amor, já que Claire não estava com ele e o quanto foi difícil se reerguer após ter sobrevivido a Batalha de Culloden. Essa troca de narrador da história, além de revelar fatos que não iríamos saber sob a perspectiva da Claire, ainda mostrou o quanto Jamie sofreu enquanto viva em prol da sua família em Lallybroch (sua irmã, o cunhado e os sobrinhos). Entre as opções que o mocinho fez para protegê-los está uma vida de privações, especialmente de liberdade, e muito trabalho.
      Quando Claire descobre que o amor de sua vida está vivo, a única coisa que ela pensa é em encontrar seu paradeiro. Mas, o contexto em que ela está inserida agora, no ano de 1968, a impede de largar tudo na mesma hora. Nesses vinte nãos, algumas coisas aconteceram para que a impedissem de tomar decisões precipitadas: Brianna foi a principal delas, mais ainda teve o relacionamento com Frank e o fato dela ter se tornado médica.
      Porém, a descobrir a localização exata do seu amado, a sassenach se lança em busca desse reencontro com o verdadeiro amor de sua vida. A volta ao passado e o novo encontro com Jamie não serão nada fáceis, especialmente devido ao tempo que ele ficaram separados.


      Mesmo com a crescente evolução da narrativa e a perspectiva de um novo rumo para Claire e Jamie, preciso dá um tempo das Terras Altas. A narrativa da autora melhorou bastante se comprada ao primeiro livro, além é claro, da grande curiosidade em saber sobre o que irá acontecer aos protagonistas, mas preciso de um respiro e de novas histórias.
      Meu plano é voltar a ler a série em um futuro próximo, as agora tenho que deixa-la um pouco de lado  para sentir saudades dos personagens, do enredo e da narrativa da Diana Gabaldon. Não é um adeus, mas um até breve a Claire e ao querido e apaixonante Jamie.


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