A estrela que nunca vai se apagar



Ficha técnica:

Título: A estrela que nunca vai se apagar (This star won’t go out: the life and words of Esther Grace Earl)
Subtítulo: A vida e as palavras de Esther Grace Earl, adolescente que inspirou John Green a escrever A Culpa é das Estrelas)
Autor(a): Esther Earl
Editora: Intrínseca
Edição: 1ª Edição
Gênero: Biografia
Ano de publicação: 2014
Quantidade de páginas: 437
Quantidade de capítulos:  Diário (não apresenta capítulos separados)


Resenha:

            Se existe uma palavra que pode definir Esther Grace Earl é amor. Sim, AMOR! Mas, não aquele tipo de amor, de pessoas que se apaixonam e que em vários casos não é real. O tipo de amor a que me refiro é o Amro fraterno e sincero, que sentimos por nossos familiares e melhores amigos.


            “A estrela que nunca vai se apagar” nos apresenta a história da adolescente que inspirou John Green a escrever “A culpa é das estrelas”. Na verdade, na época em que conheceu Esther, Green já havia começado a escrever uma história sobre crianças com câncer e por esse motivo não queria se relacionar diretamente com a garota, mas isso não foi possível e as vidas dos dois não se cruzaram, como serviram e servem até hoje de inspiração para milhares de pessoas.




            Nesse livro, podemos conhecer profundamente Esther. Entre relatos sobre a evolução da doença contados pela própria garota através das páginas do seu diário, da visão dos pais dela e de amigos conhecemos uma menina doce, alegre e que mesmo nos momentos mais difíceis servia de consolo para quem estivesse ao seu redor.
            No caminho oposto de várias pessoas que desenvolvem o câncer, Esther procurou tirar o melhor proveito daquilo que a vida lhe ofereceu. Assim, em muitos momentos seus pais encontraram o conforto necessário para enfrentar a doença na própria Esther, que representou a força e a fortaleza da família durante todo o tratamento.




            Acredito que o momento mais triste da história é na hora em que a garota falece. Isso não é spoiler, pois qualquer pessoa  que pesquisar na internet encontrará facilmente essa informação. De todo o livro, o trecho que narra a noite em que Esther se foi é o mais triste e me deixou com uma grande sensação de carência e solidão.
            Não sou muito de ler biografias, mas “A estrela que nunca vai se apagar” pode ser um livro da moda ou contar a história de mais uma garota com câncer, porém essa biografia foi uma das que mais mexeu comigo. Acho que a força que a Esther teve para enfrentar a doença e o amor que ela levou para todos que estavam ao seu redor estão claramente inseridos no livro.




            A diagramação da publicação apresenta detalhes que identificam quando os trechos são retirados dos diários da Esther, ou escritos por sua família e amigos. Logo nas primeiras páginas podemos ver através de fotos, o crescimento da garotinha que levou Green à escrever capaz de emocionar multidões. Além das imagens, pude descobrir com Esther que várias dúvidas, ou até mesmo pensamentos que tive e às vezes, em raros momentos, ainda tenho são comuns à nos jovens.
            Apenas um detalhe não me deixou feliz, após ler o livro da Esther: o fato de não poder conhecê-la. Descobrir que se ela ainda estivesse neste mundo, seria uma das poucas pessoas que eu faria questão de ter como amiga. Sinto falta da Esther, mesmo sem nunca tê-la conhecido.





      Muito obrigada por acompanharem meu trabalho. Quero avisar que esse mês de setembro será bastante complicado, e que talvez não saiam posts todos os dias. Mas não se preocupem, o Blog não ficará parado nem um dia. Obrigada pelo crescente número de visitas. Não esqueçam de  curtir a fanpage do blog, nem de clicar aqui ao lado para seguir o blog! Em breve teremos mais novidades. Bjoxxx e até a próxima =)




























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2 comentários :

  1. Marquei você em uma TAG lá no blog!
    Vem participar? *-*
    http://rabiscosecenas.blogspot.com.br/

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    1. Respondo sim. Obrigada pela indicação. Bjoxxx

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